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    04 januari

    Cáritas

    Cáritas

    Eu sou o sol que aquece a vida, em nome da vida que criou o sol.

    Sou eu quem reverdece o campo em beijos cálidos após a demorada invernia.
     
    Eu sou a força que sustenta as criaturas tombadas, a fim de que se ergam, e as desiludidas, para que recomecem o trabalho do próprio crescimento.
     
    Eu sou o pão que alimenta os corpos e as almas, impedindo-os de experimentar deperecimento.
     
    Sou eu a música que enternece o revoltado, e sou o poema de esperança que canta alegria onde houve devastação.
     
    Por onde eu passo, um rastro luminoso fica vencendo a sombra que cede lugar à claridade libertadora.
     
    Eu sou o medicamento que restaura as energias abaladas, e sou o bálsamo que suaviza o ardor das chagas purulentas que levam à agonia e à alucinação.
     
    Sou a gentileza que ouve pacientemente a narrativa do sofrimento e nunca se cansa de ser solidária, conquanto a aflição se espraie entre as criaturas.
     
    Eu sou o fermento que leveda a massa e dá-lhe forma para aprimorar-lhe o sabor.
     
    Sou eu a paz que visita o terreno árido, adornando-lhe a paisagem fúnebre.
     
    Eu sou o perfume carreado pela brisa mansa para aromatizar os seres e os jardins.
     
    Sou eu a consolação que sussurra palavras de fé aos ouvidos da amargura e soergue aqueles que já não confiam em ninguém, aturdidos pelas frustrações e feridos pelas dores pungentes.
     
    Eu sou a madrugada que ressuscita todos aqueles que são tidos como mortos ou que estão adormecidos, a fim de que possam voltar ao convívio dos familiares saudosos e em angústias devastadoras.
     
    Sou eu a água refrescante que sacia a sede de todas as necessidades e limpa os detritos da alma degenerada, preparando-a para os renascimentos felizes.
     
    Eu sou o hálito divino sustentando a criação e penetrando por todas as partículas de que se constitui.
     
    Convido minha irmã, a fé, para que ofereça resistência ao viajor cansado e o alente em cada passo, concedendo-lhe combustível para nunca desistir.
     
    Eu me apoio na irmã esperança que possui o encanto de reerguer e amenizar a aspereza das provações.
     
    Quando elas chegam, o prado queimado se renova, porque se me associam, fazendo que arrebentem flores e frutos onde a morte parecia dominar...
     
    As duas, a fé e a esperança, constituem os elementos vitais da minha alma, a fim de que permaneça conduzindo todos os seres.
     
    O Senhor enviou-me em Seu nome, com a missão de lembrar a Sua presença no Mundo, desde quando me usou para que as criaturas que Lhe desafiaram a justiça e a misericórdia, pudessem recomeçar o processo de evolução.
     
    Vinde comigo ao banquete suntuoso da ação contínua do bem e embriagai-vos de felicidade.
     
    Eu sou a caridade!
     
    * * *
     
    A caridade para ser legítima não dispensa a fé que lhe oferece vitalidade; e esta para ser nobre deve firmar-se no discernimento da razão como normativa salutar.
     

    Redação do Momento Espírita, com base em mensagem do Espírito Cáritas, psicografia de Divaldo Pereira Franco, em 06.01.99, na cidade do Salvador – BA.

    12 mei

    Ver

    Para que você possa ver a cor do amor, é preciso estar despido de si próprio.
    Perca-se de seus pre-conceitos, livre-se de estereótipos, esconda-se da perfeição. Ela não existe.
     
    Para ver o amor, é preciso estar em outro estado.
    Nem líquido, nem sólido, nem gasoso... mas de coração aberto.
     
    Para ver o amor é preciso estar atento.
    Não à procura, nem em estado de alerta. Basta ser capaz de entender seus sinais.
     
    Para ver o amor, é preciso entender sua essência.
    Quando não encontrares importância em apontar defeitos.
    Quando não te incomodares com a ausência de privacidade.
    Quando sentires a felicidade sem ao menos a procurar...
     
    Ahhhhh... aí sim, terás encontrado a pontinha deste novelo desembaraçado que é o amor.
     
    O resto... você tira de letra!
     
     
    Neila Santana
     
     
    11 februari

    Enquanto isso...

     
     
    Enquanto o Rio de Janeiro morre nas mãos dos bandidos, Brasília presencia mais um duelo: a briga entre o Judiciário e o Legislativo pelo melhor (maior) salário...
     
     
     
    Acooooooooorda, Brasil!
    FDP
     
     

    O que fazer com "nossos" selvagens?

     
     
    No Brasil não existem (ou não existiam) grandes catástrofes naturais... mas aqui existe algo bem pior... a selvageria que nos trancafia e amedronta... Sinto muita pena do Rio... do que aquela linda cidade está se transformando... SEM PALAVRAS!
     
     
    Hoje ouvi na TV...
     
    "A cidade nasceu para proteger a vida, mas a vida se perdeu. E a cidade... hoje protege o que?"
    02 februari

    "Todo poder aos índios"

     
    Esta semana eu li uma matéria que me deixou entristecida o poder tendendioso de certos jornalistas. A matéria traz uma informação importante: OS ÍNDIOS (que, na época descobrimento eram os verdadeiros donos desta terra) HOJE REPRESENTAM MENOS DE 1% DA POPULAÇÃO BRASILEIRA. Isso, ao meu ver, é chocante.
     
    Mas, algumas palavrinhas, quando bem (ou mal) empregadas em um texto, tendem a direcionar a opinião do leitor (principalmente daqueles que não sabem ler nas entrelinhas). A parte tendenciosa da matéria em questão continua dizendo que: OS ÍNDIOS, MESMO REPRESENTANDO MENOS DE 1% DA POPULAÇÃO BRASILEIRA, DETÉM 12,9% DO TERRITÓRIO NACIONAL. E pior... conclui dizendo que OS INDÍGENAS PODEM BLOQUEAR 200 PROJETOS DE CRESCIMENTO DO PAÍS. São 110 milhões de hectares.
     
    Creio que não era importante (ou conveniente) dizer que menos de 1% significa dizer que praticamente foram dizimados. Que estão, a cada dia, tendo que defender, com a própria vida, um pedaço de chão para, ao menos, terem o que plantar e comer. Que quase já não~há, também, aqueles ricos traços que os diferenciavam dos demais brasileiros: A RICA CULTURA INDÍGENA. E pior... tais terras podem ser as únicas a continuarem preservadas da degradação causada pelo homem. Ou seja, daqui a alguns anos, talvez sejam estas as únicas porções de mata atlântica existentes aqui.
     
    Mais adiante, pude observar o motivo para esta imparcialidade que tende para um dos lados da moeda: As terras em poder dos índios são as últimas do Brasil ricas em ouro, diamante e outras riquezas naturais. Expor os índios e colocar sobre eles a resposabilidade do fracasso de projetos de crescimento social é fácil. Basta divulgar em meios de comunicação algumas matérias compradas e esperar que a opinião pública se manifeste, mesmo que sobre influência... mesmo inconscientemente.
     
    Este ano, o Governo tenta homologar a terra indígena Trombetas-Mapuera, com quatro milhões de hectares, nos Estados do Amazonas, Pará e Roraima. Esta informação, ao invés de ser vista como uma forma de nos desculpar por tantos males já feitos contra os índios, é exposto na reportagem como mais uma perda daqueles que tanto desejam a realização dos projetos de desenvolvimento econômico. É como se, por causa dos índios, o Brasil estivesse mergulhado nesse mar de lama que se tornou. É como se os índios fossem as pedras no caminho de um país que se desenvolve a grandes passos, mas que tem que parar seu desenvolvimento por falta de terras. Nem parece que a maioria, a classe dominante, detém inúmeras propriedades produtoras de capim... nem parece!
     
    É como diz a própria reportagem: "muitas vezes os interesses dos índios conflitam com os interesses nacionais". Mas... quais são esses interesses? E as próximas gerações de íindios? Será que eles estão fadados à extinção?
     
    Pensemos bem sobre isso...
     
     
    27 januari

    O BRASIL É MESMO ENGRAÇADO...

     
    Na verdade, não vejo nenhuma graça nisso...
     
    Esta semana eu fiquei estarrecida com a notícia de que, a cada dia, 20 toneladas de batatas são jogadas no lixo... e, no mesmo noticiário, vi que milhares de pessoas poderiam matar a fome com este alimento.
     
    Pensei... Meu Deus, será que o governo não vê uma coisa dessas contecer debaixo do nariz? Será que eles não veêm aí uma chance de poder ajudar, mesmo que paliativamente, milhares de pessoas carentes? Até onde vai a "MISERABILIDADE" dos nossos governantes? Até onde vai o "ã, o que?" ... que vergonha!
     
    Não que seja a favor, mas esta é até uma boa oportunidade para os palanqueiros oportunistas... é sim! será que custaria tanto financiar o transporte e distribuição desse alimento? Será que é tão impossível assim chegar a áreas distantes (como o sertão nordestino) e fazer esta boa ação?! Com certeza, comer batatas cozidas em água e sal é melhor do que palma ou farinha molhada... aliás, poderia ser um bom complemento nesse prato tão pobre, mas muito necessário e valorizado por quem, de verdade, passa fome.
     
    Às vezes penso que estou numa sequência do filme MIB, onde os alienigenas são representados por nossos governantes... pessoas das quais não conhecemos a verdadeira face, tampouco a honra e compaixão... isso é tão desumano, tão desolador e desesperador...
     
    Só Deus mesmo, para ter piedade de nós!
     
     
     
    Vejam a matéria:
     
    No interior do Paraná, uma cena de desperdício se repete desde o início do ano: a cada dia, 20 toneladas de batatas são jogadas no lixo.  A razão é o excesso de produção da safra deste ano, que fez os produtores de Guarapuava, a 300 quilômetros de Curitiba, venderem o quilo da batata por menos de R$ 0,10, e nem assim não conseguirem vender o produto.
    Explicação econômica

    Queimar, jogar no lixo ou destruir parte da produção é uma ferramenta que já foi utilizada por produtores em outras épocas de desespero em razão de forte prejuízo.
    Apesar de politicamente incorreto, o procedimento segue lógica econômica: quando um produto é ofertado em excesso no mercado - e encontrado facilmente - ele tende a ficar mais barato.
    Se os estoques diminuírem e o produto se tornar mais difícil de ser comprado, as pessoas estarão dispostas a pagar mais por ele. É a lei da oferta e da procura.
    Nesses casos, doações não resolvem o problema: quanto mais pessoas o tiverem de graça, menor será a demanda por ele.

    23 januari

    Um...

     
     
    Sim, é saudade.
    Falta de algo que ainda não tive concretamente,
    Mas que me faz muita falta. Muita mesmo.
     
    O que fazer se eu te quero?
     
    Teu beijo,
    Teu cheiro,
    Teu sorriso,
    Tua vontade,
    Teu sexo.
     
    Tudo, na medida do possível.
    Nem tanto, nem tão pouco.
    Apenas a dose diária certa de felicidade.
     
    Quero ser tua mulher.
    Te levar à lua, te trazer sorriso aos lábios e à alma.
    Quero te fazer sonhar acordado e te dar meu prazer até de olhos fechados. Todo ele.
     
    Quero ser aquilo que, entre infinitas coisas, te traz aquela saudade gostosa no meio do dia.
    Quero ser tua felicidade infinita.
    Sua liberdade.
    A vontade de voltar, sempre.
    Ser um só.
    Você e eu.
    Nós dois.
    Um.

     

    Neila Santana

    16 januari

    Ei, Moço Bonito...

     
     
    Em ti me atrai essa sua rebeldia...
    Esse ar meio "indomável"
    Doce,
    Meigo.
    Em ti me atrai essa atenção desatenciosa
    Sua educação,
    Charme
    E sensualidade...
    Me atrai em ti essa sua maturidade,
    Segurança
    E, porque não, essa docilidade de criança?!
     
     
    Neila Santana
     
     

    Vale a pena LER de novo

    Saiu no Fantástico e tb está na Edição Especial da Revista impressa...
     
    Boa leitura!
    Sds,
    Neila 
     
     
    23.04.2006
    A sabedoria de Dalai Lama

    A caminho do Brasil, Dalai Lama ensina a palavra-chave para que a felicidade possa ser alcançada no dia-a-dia.

    Os macacos brincando na beira da estrada dão as boas vindas. O rio começa agora a encher com o degelo das montanhas do Himalaia. Atrás, os picos nevados. Começa a primavera e o céu está cheio de borboletas. No alto da colina o nosso destino, Daramsala.

    Estamos na Índia, mas na rua são muitos os rostos tibetanos, muitos os monges, gente do mundo inteiro. Na casa do Dalai Lama no exílio encontramos o homem considerado o próprio Buda reencarnado. Aos dois anos de idade, identificado como a reencarnação do Dalai Lama anterior. Aos quatro anos, foi levado da casa dos pais para o monastério.

    O senhor nunca sonhou ter família, filhos?

    “Quando eu era criança, sempre estudando, eu pensava, essa vida é muito difícil então eu queria ser uma criança comum, mas cresci e entendi que minha posição é uma grande oportunidade para exercer minha fé, servir as pessoas”, diz.

    O Dalai Lama tinha 25 anos quando o exército chinês invadiu o Tibet e ele fugiu pra Índia cruzando as montanhas do Himalaia. Hoje, o Tibet é uma província da China.

    Peregrino da paz pelo mundo, o Dalai Lama tem apoio de líderes políticos e de celebridades, mas não pode voltar para casa. Acusado de separatista pelos chineses, diz que não é isso que ele quer.

    “Não quero independência, mas uma autonomia, com a escolha democrática de seus próprios líderes. Quando isso acontecer, me retiro da vida pública e me aposento”, diz Dalai.

    A profunda religiosidade tibetana é vivida. O girar das rodas de oração. Mesmo que às vezes a gente tenha a sensação que é um lugar parado no tempo, todo o simbolismo dessa religião fica nos lembrando que a vida está em constante movimento. E se, quase 50 anos depois do Dalai Lama se exilar nestas montanhas aqui da Índia, o budismo tibetano está preservado, o Tibet que eles deixaram pra trás já não existe mais.

    Os chineses levaram desenvolvimento e mudanças. A religião é controlada pelo estado. O Panchen Lama, o segundo na hierarquia budista, está em prisão domiciliar desde 95, quando tinha apenas 6 anos de idade. É chamado de "o mais jovem prisioneiro político do mundo".

    O senhor não teme que o próximo Dalai Lama seja apontado pelos chineses?

    “Sinceramente, eu não ligo”, ri o líder.

    A astrologia, que mostra o nascimento de uma nova encarnação agora é calculada com a ajuda do computador. Quem quer saber de vidas passadas ou futuras, espera até 11 meses na fila. Mas para escolher o Dalai Lama, isso não é suficiente, explica a astróloga. É preciso consultar os oráculos, as formas mais altas de divinação.

    Ainda hoje é com a medicina tibetana que todos os doentes são tratados em Daramsala.

    Com toda essa tradição, o Dalai Lama olha para ciência, para as pesquisas que mostram que o amor, o carinho na infância fazem adultos mais felizes inteligentes e pacíficos. Que a fé ajuda na cura de doenças e fala que se no mundo, há muito sofrimento, guerra, há também boas coisas.

    “Crianças, velhos, doentes recebendo cuidados graças à compaixão dos outros. É importante ver todos os aspectos, senão você perde a esperança”, diz ele.

    Mas mesmo o Prêmio Nobel da Paz fica desanimado com a situação no Iraque.

    “Antes da guerra eu acreditava em solução negociada. Agora é tarde demais”, lamenta.

    Promover a harmonia entre as religiões se tornou uma de suas missões na vida.

    "Uma religião só não é suficiente porque a humanidade tem tradições diferentes. Precisamos de uma variedade de religiões para um povo variado", acredita.

    Mas é possível ter espiritualidade sem ter religião?

    “Claro, não só é possível como é necessário. Há tanta gente que não tem religião mas tem compaixão, afetividade, consciência dos direitos dos outros. Por isso defendo uma terceira via de espiritualidade, através da educação. Não da meditação, nem da oração, mas da consciência humana”, diz.

    O budismo ainda é estudado na China por centenas de monges. Às tardes é possível vê-los aos pares, numa estranha conversa ritmada pelas mãos. Parece um jogo mas na verdade o que esses monges estão fazendo é praticando o debate. A palma é um sinal de desafio. Significa: quero ver se você sabe a resposta.

    E qual seria a resposta para a tão difícil busca da felicidade? O Dalai Lama começa falando sobre o que impede que ela exista.

    Ódio, inveja e orgulho são emoções que transformam as pessoas e até os animais sentem isso”, explica.

    Qual é o caminho da felicidade?

    “Você e eu também fazemos parte da humanidade. Se 6 bilhões de pessoas são felizes, nós dois teremos o máximo de felicidade. Se 6 bilhões sofrem, nós dois sofremos”, diz.

    Então, para ser feliz, é preciso trabalhar pela felicidade da humanidade inteira?

    Sim, e a felicidade é conseguida através da compaixão. A compaixão diminui o medo, sem medo nos comunicamos com mais facilidade, somos mais felizes”.

    O senhor sente compaixão pelo governo chinês?

    “Sim, certamente, mas vamos deixar claro uma coisa: muitos acham que ter compaixão é se render ao outro. Temos que separar o agente da ação. O perdão é para a pessoa, não para o que ela faz. Mesmo os que decidem torturar ou matar os nossos irmãos tibetanos, devemos nos opor à ação. Criticar, mostrar que desaprovamos. Mas o agente ainda é um ser humano. E através da compaixão suas atitudes vão mudar", completa o Dalai Lama.

    11 januari

    Ahhh... eu quero é novidade!

     
     
     
    Agora me diga uma coisa: O que há de novidade nesta cena: vereadores extorquindo dinheiro de um prefeito (que, se está numa situação dessas, santo é que não deve ser), em troca de favores (na verdade, cumprimento de seus deveres como representantes do povo), em troca de apoio a projetos da prefeitura... de projetos que poderiam favorecer àqueles que os elegeram????? N. A. D. A. nada, minha gente! Não há nada de novo nisso...
     
    O Brasil já está tão acostumado com a corrupção, que cenas como essas já não deixam mais ninguém estarrecido. Esse negócio de jeitinho barsileiro... de ser metido a esperto, de querer tirar proveito de tudo... nossa... isso é tão intrínseco que parece até que, para o cargo de governante (seja lá de qualquer merda), este é o pre-requisito.
     
    Só no Brasil mesmo... um político pode escapar de um processo de cassação só entregando o cargo, se candidatar numa próxima eleição e, bingo... ser eleito pelas mãos do povo... Só no Brasil um político (cujas torneiras de casa são de ouro e a piscina de água mineral) é cassado e... olha lá ele... voltando... como o mais votado... num processo democrático!!!!!!! Aliás.... democracia mesmo é ter que pagar uma penca de impostos para sustentar a boa vida de uns poucos "vagabundos" e suas extravagâncias...
     
    Democracia é ficar com a proposta de um salário mínimo de miséria na fila de espera para ser votado, passando de mão em mão... sendo analisado e discutido por dias e meses,  enquanto que, por telefone mesmo, aprova-se o aumento de tantos por cento no salário desses algozes que, diga-se de passagem, têm um discurso tão convincente que eu mesma tive pena e achei que mereciam muito mais do que tiveram coragem de propor.
     
    Engraçado é controvérsia da vida. A gente tem que passar anos a fio em um banco universitário, trabalhando nosso lado humano, melhorando nossas habilidades profissionais para terminar sendo governados por grandes analfabetos (não só pelos que não sabem ler), cuja habilidade parece advinda do "teatro"... que me desculpem os tão respeitados atores e atrizes. Como diz Heloisa... é preciso muito óleo de peroba, minha gente!
     
    Onde já se viu... Dispensar tubos de dinheiro para financiar o crescimento de feijão no espaço, de carona na nave da nasa, ao invés de investir na erradicação de tantas mazelas? Só no Brasil...
     
    Mas... o bom de tudo... é que o pobre tem o que merece... ou melhor... o que espera receber em troca de seu voto...
    Se não fosse assim... isso já teria mudado (ou estou errada?).
     
    Se política fosse exercida (OBRIGATORIAMENTE) de forma voluntária... aaaahhhhhhhh...eu daria meu dedinho só para ver quem seria o primeiro a se candidatar!
     
    Ahhhhhhhhhhhhh.....
    Eu quero é novidade!
     
    *